A bicicleta foi, é e será por muitos séculos uma das mais incríveis invenções humanas. E ainda é cheia de charme.
Algumas personalidades, com bicicletas, fazendo pose e dando de gostosão…
Audrey Hepburn é muito chique, elegante, e pedala
Audrey Hepburn é tão chique que merece outra foto
Paul Newman é Butch Cassidy e Katharine Ross é Etta Place em Butch Cassidy and the Sundance Kid . Cante comigo: "Raindrops Keep Fallin' on My Head..."
Quantas bicicletas você conta nessa foto de Doisneau, de 1955? É uma pergunta retórica. Paris era e é cheia de bicicletas.
A namoradinha da América, Doris Day, ao lado de sua elegante bicicleta
Ele, o homem, o mito, o revolucionário, antes da motocicleta, antes de virar camiseta, antes de Cuba: Ernesto Guevara, El Che!
"Veja, mamãe! sem as mãos!" A parceira de Fred Astaire, Ginger Rogers
É uma princesa... Grace Kelly
Humphrey Bogart bicycles to work. E a humanidade segue em média 3 doses atrasada...
Katharine Hepburn na sua bike. A bicicleta é mesmo uma invenção muito antiga...
Lauren Bacall. Pela cara, ela deve estar indo buscar o Humphrey aqui em cima....
Menino, segura aqui senão eu caio! Andy Warhol brincando de pedalar nas ruas de New York
E na sequência de ciclistas eventuais famosinhos, mais alguns…
Fred Mercury entre ciclistas nuas, em um show do Queen. Bicycle Race no disco Jazz. Cante comigo: "I want to ride my bicycle ..."
Na bike, a senhorita Jane Wyma, uma ilustre desconhecida hoje em dia. Bombando alí atrás, o galã Ronald Reagan.
Esse senhorzinho aí é o Syd Barrett, o cara que inventou o Pink Floyd, aquele que compôs Bike, muito LSD...
Desse pessoal todo, o Tom Hanks é o mais jovenzinho, quase um bebê
De fato, TODO mundo já pedalou um dia, já saiu por aí em cima de uma bicicleta, todas as celebridades, os presidentes, primeiros-ministros, ditadores, todos os trabalhadores, todos os anônimos, pessoas do norte e do sul, comunistas, capitalistas e egoístas.
Nada de excepcional se você pedala também. Mas isso será especial para você.
Bom pedal, humano!
Pela estrada mesmo, quase nunca há algo de incrível ou de muito bonito, ainda mais pela Castello. Até passarmos por Barueri, a estrada é feia, insegura, muito cheiro ruim de fumaça de óleo diesel ou das muitas fábricas da região. Muitas entradas e saídas, totalmente inóspitas para ciclistas.
No entanto, depois desse suplício chegamos no trecho da estrada onde sentimos o cheiro do mato, podemos ver o verde ao nosso lado, por todos os lados. O dia estava lindo, céu azul, uma beleza. Compensou aquele pedaço de cidade inimiga.
Estavamos indo para a chácara dos sogros do Diego. Um pessoal muito hospitaleiro, gente finíssima. Lugar sensacional, um almoço delicioso nos esperava.
Mas antes de chegar na pequena cidade de Araçariguama, entramos por uma estradinha com uma subida fortíssima. Pedala pedala, força força. E no alto do morro, de onde se pode avistar o horizonte, uma visão um tanto quanto surreal: um avião.
As fotos dirão o resto. Clique para ampliar.
E depois de tanto subir, uma visão totalmente inesperada e meio surreal. Um avião, 'pousado', ali no meio de uma pequena praça. É o cineavião JK.
A estrada que sobe sobe e sobe.. Subida beeeem forte.
Chegamos no topo do alto do cume acima de tudo. Cineaviao JK.
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Placa do cineavião JK. Prefeitos, ministros, vices, vereadores, e blá e blá e blá.."][/caption]
Vista de Araçariguama.
As 'helices' do cineavião JK. Ainda dá pra ver uma escultura da Torre Eiffel ali atrás.
Eu e Araçariguama ao fundo. Tentando domar a máquina fotográfica..
Gus, Zo, eu e Diego, com Araçariguama ao fundo. Estamos ao lado do cineavião JK, onde há outras esculturas, e uma belíssima vista de todo o horizonte.
Placa do cineavião JK
Gus descansando perto da piscina, depois de 50km de pedal.
Nesse domingo, 7 de setembro, enquanto outros passeam de aviões a jato e tanques de guerra, saímos num grupo com mais de 60 ciclistas da Praça do Ciclista, em São Paulo, em direção ao Jaçanã, fazendo parte do trajeto do mesmo trem que Adoniran Barbosa imortalizou em seus versos na música ‘Trem das Onze’.
Esse foi o Pedal Cultural desse dia da Indepêndencia.
Aqui seguem algumas (poucas) fotos e vídeos do passeio. Foi muito divertido, o dia estava lindo, depois de tanta chuva e frio, pedalamos muito e eu conheci um pedaço de São Paulo que não sabia que existia.
Só aprendemos a odiar e temer essa cidade; antigamente todos a amavam, e eu mesmo havia esquecido que um dia amei São Paulo. Foi um dia maravilhoso.
Trenzinho de bikes
A bandeira do cicloativismo tremula. A la lucha compañeros, hasta la victoria!
Trenzinho de bikes
No caminho para o Jaçanã, referências à Adoniran
Um ronin, um samurai perdido na selva de pedra, no seu momento de aliementar o corpo.