Rota Cicloturística Márcia Prado

 

Rota Márcia Prado

Rota Márcia Prado

 

Nesse sábado será inaugurada a Rota Ciclística Márcia Prado.

Muitos ciclistas estão trabalhando nisso faz tempo. O Instituto CicloBR, com o André Pasqualini, esteve à frente da organização disso, junto a outras entidades públicas.

A própria Márcia, que dá o nome para o trajeto como uma homenagem, esteve entre os ciclistas que ajudaram a desbravar os caminhos por esse pedacinho de Mata Atlântica. Nesse texto do André você encontra um emocionante relato do encontro de ciclistas que desceram a Imigrantes, na última viagem que Márcia fez com eles.

Normalmente os paulistas só conseguem ver um pouquinho da Mata de dentro de seus carros, quando descem a Serra. Estar alí, no meio do mato e sentir o seu cheiro, escutar seus ruídos, poder ver de perto os animais.. não existe nada que se pareça à experiência real.

Eu já desci a Serra de bicicleta por vários caminhos; pela Estrada Velha, pela Calçada do Lorena, pela Estrada da Manutenção.. é sempre ótimo, e difícil pensar que estamos tão perto dessa cidade gigantesca e cinza.

O trajeto começa na Estação da CPTM do Grajaú, passa por São Bernardo do Campo, Cubatão e termina em Santos, passando em grande parte dentro do Parque da Serra do Mar, e no total tem 77 km.

Apesar de descer a Serra, existem subidas pelo caminho.
Eu recomendo que a Rota seja percorrida de bicicleta apenas por quem tem um mínimo de experiências em trilhas de mountain bike, tanto no preparo físico como no técnico. Não é nada muito difícil, já que quase todo o trajeto é sobre asfalto e sem subidas fortes ou descidas muito técnicas. Mas pode não ser prazeiroso para quem nunca fez passeios de bike.

Além disso, o ciclista deve prever por sua conta como fará depois para subir a Serra. Na rodoviária de Santos, as empresas estão acostumadas a receber ciclistas; guardam as bikes no bagageiro e vão todos para o Terminal Jabaquara.

Veja aqui nesses links mais informações para você poder curtir a Rota Cicloturística Márcia Prado:

 

 

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21 respostas a Rota Cicloturística Márcia Prado

  1. Wlad disse:

    Um adendo: a Calçada do Lorena cruza com a Estrada Velha. Então, se você for conhecer a Calçada, um caminho centenário por onde passaram os primeiros europeus a caminho da cidade de São Paulo, você também passará pela Estrada Velha.

  2. eu participei e achei MUITO BOM!!!
    Para quem foi pela trilha, foi muito radical, porém não estava no roteiro, daí pessoas meu preparadas e mulheres, tiveram muita dificuldade de enfrentar a trilha bastante castigada pela chuva.

    A idéia do passeio é nota 10000 mas precisa só ter mais organização, como é um período longo.. vão saindo equipes…. essas equipes devem estar devidamente monitoradas, e com opções claras de caminhos… tipo, leve, médio e forte… saídas de 30 em 30 minutos, monitoradas, enfim existem muitas saídas para organizar.

    O importante é todos apoiares esta idéia.

    Parabéns!!

  3. Paulo disse:

    Bom dia gostaria de informar-lhes que eu e mais 6 participantes do passeio ciclistico ROTA MARCIA PRADO realizado ontem 19-12 fomos assaltados na ciclovia da V. São José em Cubatão, e gostaria que esta informação fosse divulgada para que outras pesssoas não corram este risco novamente.

    Alem dos valores em dinheiro e alguns eletronicos subtraidos e da violencia de ter uma arma apontada contra seu rosto e perder mais 3 horas no 1° Distrito Policial de Cubatão.
    Quero manifestar a minha indiguinação quanto a organização do evento no TRECHO MAIS PERIGOSO onde não havia quase nenhuma sinalização do caminho, assim como os policias, que nos atenderam, informaram que a Policia Militar de Cubatão não havia sido informada do evento informando ainda que aquele trecho é EXTREMANTE PERIGOSO mesmo a luz do dia.

    PORTANTO SUGIRO FORTEMENTE QUE DESCONSIDEREM ESTA IDEIA DESCABIDA DE QUE NO BRASIL É POSSIVEL EFETUAR LONGOS TRECHOS SOBRE UM BICICLETA SEM QUE ALGUM MAL LHE OCORRA.

    FAQ
    1- Foi por volta das 16:30
    2- Não, não eramos os ultimos do passeio
    3- N.BO. 1700/2009 (caso necessario posso disponibilizar copia)

    Atenciosamente,

    Paulo Rógerio Silva

  4. Wlad disse:

    Paulo, essa notícia realmente não é nada nada boa.
    Mas não é isso que torna o caminho inviável ou proibitivo.

    Milhares de pessoas morrem em acidentes de carro ou ainda são vítimas de assaltos dentro de seus automóveis, e por conta da ação dos bandidos perdem seus bens e a própria vida. Isso torna viagens de carro longas ou curtas inviáveis?
    Bancos são assaltados. Usar ou ter um banco é inviável?

    A descida pela Rota Márcia Prado não tinha uma organização fechada, e nem era essa idéia. Não foi formado um grupo único, com líder e guias para o trajeto. O que de fato houve foi um evento teste da Rota. Ou seja, é um caminho aberto, e que esperamos que assim permaneça depois de aprovado o projeto pela prefeitura. Cada um com suas próprias forças e meios fez a descida e a subida da serra. Teve sim muito apoio de muitos ciclistas que ajudaram na fiscalização, manutenção das bikes e sinalização, e desceram quase 900 ciclistas durante todo o dia. As pessoas que lutaram e se esforçaram para o teste da Rota acontecer sabe que o evento foi um sucesso.

    Não precisa passar o BO, acredito em você. Eu também sofro violência no trânsito enquanto pedalo pela cidade. De carros, de bandidos e até da polícia, com abuso de autoridade. Mas descabido é colocarmos as pessoas dentro de automóveis para fazer o que podemos fazer a pé ou de bicicleta.

    Em outras ocasiões já soube de assaltos em trilhas. Afortunadamente nunca fui vítima desse tipo de violência, mas sei que o risco existe, infelizmente. Seja na trilha, na estrada ou numa esquina da cidade. Eu desejo com toda a esperança que essa humilhação a que vc e outros colegas foram submetidos não tire o desejo de pedalar, de poder e querer usar a bicicleta.

    Eu tenho certeza, eu sei que é possível fazer longas viagens de bicicleta sem que mal algum aconteça ao ciclista. Sei por que já fiz e conheço muitos outros que descobrem novos caminhos e lugares com suas bicicletas.

    Abraços e bom pedal
    Wadilson

  5. Ricardo Simões disse:

    Em Cubatão,levaram duas bikes na anchieta, os caras estavam armados foi feia a coisa.

  6. Paulo disse:

    Wadilson, realmente eu fui muito inocente em acreditar que o caminho era seguro, confesso que a propaganda que rolou na internet antes do evento me pegou direitinho.
    Até a saida do parque tudo estava excelente, com otima organização, mas apartir dali foi cada 1 por si.
    Torço muito para estar errado, que esta rota que voces propoem funcione e que não aconteça nada mais grave. Eu apartir de agora só irei torcer.
    A boa noticia é que esta foi a minha primeira e ultima vez que faço viagem de bike, não vou incomodar mais ninguem reclamando. Fique tranquilo que sempre respeito os ciclistas nas ruas.
    Boa sorte pra voce e os demais que colocam a vida em risco nestes caminhos…

    Um abraço.

  7. Jorge disse:

    Eu retornei de onibus com um casal que teve suas Bikes roubadas por assaltantes armados, mas eles comentaram que sairam fora da rota próximo do bairro Cotas. Considero que o percurso foi um pouco radical em alguns trechos devido a chuva. Porém vi demonstrações de muita solidariedade e companheirismo por partes dos participantes ao longo de todo o trecho. Valeu a iniciativa dos organizadores e com certeza, haverá uma evolução na organização.

    Abçs

  8. Alex Sandro disse:

    Oi galeraaaaaaaa fui até o Alto da Serra, só ñ desci por um compromisso. Nunca vi tanta bike juntas, foi muito bom e vamos fazer de novo. Achei q faltou um pouco de organização no Alto da Serra, acho q faltou placas e deu confusão na horade seguir direto pela imigrandes até o Rancho da Pamonha ou ir na interligação e pegar a Trilha. Tirando isso foi td de bom…

  9. Cristian disse:

    Olá galera, como a proposta fora um teste, acredito que funcionou, todavia diante dos comentários relatados aqui precisa tornar este caminho mais usual para depois instalar segurança, indicações e etc, no que for necessário, todavia, como no próprio site já afirmara que cada grupo seria livre(no qual eu não concordei), e isto que acarretou algumas confusões no meio do caminho, a tal ponto que tiveram grupos que não conseguiram sequer chegar em Santos. Todavia é novo, e o novo às vezes nem sempre é satisfatório para nós, espero que os pontos tanto negativos e positivos sirvam para trazer benefícios para que a gente ganhe com esta Rota que nos proporcione a emoção de viajar no pedal.

    Cristian
    Zona Norte
    São Paulo

  10. André disse:

    Oha pessoal,quanto aos assaltos ocorridos,a ocasião faz o ladrão.Não que tenham dado mole pra que isso ocorresse.Mas depois de verem tantas bikes descendo a serra,os malandros ficam ligeiros e se organizam.Três ciclistas de Santos nos avisaram quanto a roubos perto do bairro JD Casqueiro(na Anchieta) e no trecho de ciclovia em Cubatão.Os caras vem armados e de pickup.Eu fiz minha descida numa boa e em Cubatão segui Piaçaguera e Rio Santos até Bertioga.Sem nenhum contratempo a não ser um pneu furado lá na Manutenção.Só há certa segurança na manutenção mesmo porque tem uma dupla de sentinelas que andam de moto.Passou a porteira já éra.O ideal é depois disso,esmagar o pedal até chegar em um local tranquilo.Se ficar indo com gente lerda,ai dá chance pro azar.

  11. Roberto disse:

    Acompanhei as pessoas que foram assaltadas. Todos os ciclistas que vinham depois os ajudaram, agora falar que o cicloturismo é impossível é coisa de maluco. Já viajei este Brasil inteiro de bike e nunca me aconteceu nada… Aliás ainda bem que existia a rota: imaginem só se estas pessoas que foram assaltadas estivessem sozinhas, aí sim seria um desastre! Defendo a rota como mais um fator de segurança! Agora achar que ela irá resolver o problema de distribuição de renda e segurança pública da cidade de Cubatão aí já é demais !!!

    Abraços, evento fantástico!

  12. Higor Marins disse:

    Boa tarde,

    Infelizmente estamos sujeitos a violencia no carro trem ….etc etc etc .., e tambem acho uma grande besteira falar que é impossivel a realização de eventos como esse no Brasil…. temos mais que promover passeio e explorar oque é nosso .
    Bom como foi o primeiro mudanças devem sim ser feitas, so saberiamos das dificultades e erros com o primeiro.
    Mesmo assim achei muito legal a iniciativa e pretendo participar dos proximos,enfim o passeio foi um grande presente de Natal …

    Higor Marins, Cabreuva , SP

  13. Fábio disse:

    Pessoal, eu tb fui uma das vítimas do assalto a mão armada. Estavamos em 3 e os assaltantes nos ameaçaram com uma arma, falando que estavam a fim de dar um tiro na minha cabeça. A situação foi lamentável! Levaram nosso dinheiro e nossas bicicletas. Logo encontramos 2 casais que tb tinham acabados de ser roubados. Uma das moças estava desesperada, pois o bandido tinha apontado a arma em sua cabeça.
    Minha indignação foi quando a polícia de Cubatão apareceu e nos disse que não sabia de nenhum passeio, que a prefeitura não havia avisado a Polícia Militar… E no site oficial do evento constava na organização da Rota a Prefeitura de Cubatão.
    Podemos ser assaltados a qualquer momento e em qualquer meio de transporte, mas o que se espera em uma Rota organizada por várias prefeituras é que se tenha SEGURANÇA em todos os trechos do percurso!!!
    Agora os vagabundos estão soltos e nós, os assaltados, fomos humilhados e subtraídos dos nossos bens. Graças a Deus todos estamos bem. Foi apenas um infeliz susto durante o passeio ciclístico.
    Vá de bike, mas sempre fique de olho nos oportunistas e FDPs de plantão!
    Bom pedal a todos e um feliz natal!!!

  14. Eu desço a Estrada de manutenção (agora trecho da Rota Márcia Prado) desde 2006, já desci de manha, a tarde, a noite, de madrugada, dia de semana, feriado, fds, de tudo que é jeito.
    Já fui parado por seguranças, pela polícia, por bandidos, por cachorros, por macumbeiros, por casais trepando, por perdidos….
    Sempre foi muito claro pra mim que o risco é totalmente meu, asism como é no caminho da fé, do sol, caminho real, de santiago, de são tomé, ou qualquer rota de ciclismo que exista, toda responsabilidade é minha, ninguem pode ser responsabilizado pelo que me acontecer, pois a partir da minha decisão de estar lá, eu assumi o risco.
    Oficialmente desceram 900? na verdade desceram mais de 1000, e a ideia da rota é justamente ser livre e aberta, uma opção para se chegar ao litoral de bike, mesmo que o parque um dia cobre 30 reais pra passar dentro dele, eu pagarei com prazer.
    Pelo

  15. Até aonde eu sei, tem 4 saidas quando se chega ao fim da manutenção, cada uma com seus riscos, eu particularmente evito ir a santos, saio em cubatão e fico na rodoviária, santos é famosa por roubos de bike, mas se um dia roubarem a minha, paciência, compro outra e desço novamente.
    lamento que houve roubos, como minimizar?
    algumas fórmulas funcionam,
    – estudar bem a região que vai visitar, evitar regiões famosas por roubos
    – andar em grandes grupos
    – evitar usar roupas, bikes e assessorios que chamem atenção

  16. tem uma frase que um amigo sempre dizia a novos ciclistas “não sabe brincar, desce do play, quer brincar, brinca, mas se cair não chore”
    primeira e última vez? tá explicado o dramalhão.

  17. Fábio Dias disse:

    Desci a serra junto com os 900 ciclistas e não me aconteceu nada, graças a Deus, apesar de que já havia ouvido relatos de assaltos a ciclistas em Cubatão e estava esperto e ciente do risco.
    Primeiramente, lembro que todos nós estamos sujeitos a sermos assaltados em todo lugar e a todo instante, seja na Av. Paulista, no Parque do Ibirapuera, na esquina de nossas casas, no estacionamento do Carrefour, na praia, a pé, de carro no semáforo vermelho, no trem, no metrô, ou em nossas biciletas na periferia de Cubatão.
    Portanto, o fato de os 6 colegas terem sido assaltados não tem nada a ver com a Rota Márcia Prado, nem com o fato de se fazer uma cicloviagem no Brasil e muito menos com a organização do evento (ou vcs acham mesmo que a organização do evento conseguiria com que houvesse um PM a cada 200m na Rota Márcia Prado desde São Paulo até Santos???).
    O risco existe em todo e qualquer lugar e tempo.
    Claro que há fatores potencializadores do risco de assalto, tais como:
    – simplesmente o azar (talvez não seja o seu dia);
    – sair de bike com roupas chamativas (roupas de ciclista e capacete fashion fazem brilhar os olhos dos assaltantes) e, principalmente, bicicletas caras (a minha eu paguei 200 mangos, se me roubarem eu compro outra igual numa boa);
    – pedalar devagar ou parar em lugares sinistros na periferia, como são alguns dos bairros pelos quais passamos em Cubatão;
    – não prestar atenção nas pessoas e veículos ao nosso redor e à nossa frente, no sentido de antevermos que seremos assaltados e tentar fugir de alguma maneira, dando meia volta, fazendo outro caminho, acelerando, etc.. assim como fazemos nos nossos carros;
    – etc….
    Essas dicas servem para a rota Márcia Prado em Cubatão e/ou para qualquer outro lugar público do Brasil onde você sai com sua bicicleta.

    Deixar de pedalar ou de fazer cicloviagem porque foi assaltado é bobagem. Há 6 anos eu fui assaltado a mão armada na esquina da minha casa e levaram o meu carro. Nem por isso deixei de ter carro e de andar nele. A vida continua… e o risco também…

    Portanto, parabéns ao sucesso (quase absoluto) do teste da Rota Márcia Prado e que ela se oficialize, que melhorias venham – e serão bem-vindas – e que o nosso caminho para chegar à praia de bicicleta esteja sempre garantido.

  18. Guimas disse:

    Quem seria responsavel por avisar a PM sobre os ciclistas? Se organização avisou a prefeitura de Cubatão, então houve boicote por parte desta por não avisar a PM? O assunto é complicado, então precisamos de muita calma nesta hora.

    Acho que a organização, além de tentar garantir o direito do ciclista de ir à praia, está de parabéns por tentar ensinar à população o que é o cicloturismo, no melhor estilo cada um por si. A proposta nunca foi de fazer saídas com hora marcada ou com monitores, simplesmente porque é uma rota “cicloturistica”, e isso faz parte do aprendizado dos próprios ciclistas.

    Assim, vamos nos lembrar que precisamos nos unir pra que a Rota Marcia Prado dê certo, apesar dos demais problemas que enfrentamos, que certamente precisarão ser resolvidos, um de cada vez! Não vamos perder a chance de resolver um dos nossos problemas, apenas porque não conseguimos resolver todos ao mesmo tempo. A luta é lenta e toda ajuda é bem vinda.

  19. Bruna Tri disse:

    @Wlad
    Concordo plenamente com Wadilson… Um assalto não é nada bom, mas daí a inviabilizar a rota… De jeito nenhum!
    Já passei naquela favela umas 5 vezes, nada aconteceu. Mas problemas acontecem, e se deixarmos que isso seja o fator dominate, não poderemos mais nem sair de casa.

  20. Wlad disse:

    O André colocou no CicloBR ( http://www.ciclobr.com.br/rota_marcia_prado.asp ) um relato completo de como foi o evento, o teste da Rota Cicloturística Márcia Prado.

    Muito bom o texto dele; dêem uma olhada

  21. José Bueno disse:

    Assim que possível, gostaria de saber como foi o evento de hoje. Eu havia me programado para descer e estava bem animado mas brochei quando soube do risco de arrastão no trecho mais perigoso da rota. Não tenho nenhuma bike importada mas fiquei bem encanado com a informação que chegou na sexta de noite. Espero que tudo tenha rolado bem e todos tenham chegados inteiros e de bicicleta 🙂 Aguardo notícias. Abraços.

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